Terça-feira, 31 de Maio de 2005

O COELURUS, por Bruno Santos

coelurus.jpg

Características
Nome: Coelurus
Significado: Cauda oca
Dimensões: 2 m de comprimento e 1,8 m de altura
Alimentação: Carne
Viveu: Há uns 140 milhões de anos, na
América do Norte

O Coelurus era um dinossauro pequeno e ágil, com uma cabeça miúda, aproximadamente do tamanho da mão de um homem. Os seus dentes curvos eram afiados como navalhas.
Quando os cravava num animal, era quase impossível a presa conseguir libertar-se.
Os Coelurus usavam também as suas fortes mandíbulas e dentes para arrancar a carne em decomposição de presas mortas por outros carnívoros.

Cauda rígida e pouco pesada

O Coelurus tinha o esqueleto muito leve e a cauda pouco flexível com ossos ocos. As patas dianteiras, curtas e delgadas, terminavam em três pequenos e finos dedos providos de garras curvas. Nos dedos das patas traseiras tinha garras similares, mas menos afiadas.
O Coelurus usava as garras dianteiras para agarrar a sua presa sem a soltar, dando-lhe dentadas cravando-lhe as garras das suas patas traseiras enquanto a matava.
publicado por António Luís Catarino às 20:13
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Domingo, 29 de Maio de 2005

O PEIXE-BALÃO, por Teresa Mota

pezglobo.jpg

É, de aparência, pequeno, mas a realidade nem sempre é o que parece.
O peixe-balão é um bom exemplo destas características, pois aos olhos
parece insignificante e inofensivo e ninguém tem o conhecimento do que
esta espécie esconde por detrás desta máscara de inocência.

Solitário, este peixinho vagueia pelo oceano como um peixe normal,
fazendo os que são maiores pensar que é apenas mais um insignificante
que estão prestes a manjar. Contudo, uma vez que se aproximam,
desejando satisfazer o estômago, destruindo a tão dita ingenuidade do
pequeno, este último não se deixa apanhar, inchando como um rijo balão
e mostrando, sem piedade, todas as pequenas e afiadas agulhas que
brotam do seu corpo. Com isto, o predador maior ou se afasta um
momento antes de se preparar para o morder, ou não é suficientemente
rápido e é picado sem piedade, enquanto o veneno daquelas agulhas lhe
entra no sangue. Uma vez livre do perigo, o peixe-balão continua o seu
caminho calmamente.

Dir-se-ia que é deste modo, por uma questão de protecção; nós,
humanos, assim pensamos, pois é um peixe, um animal não racional. Não
nos serve de alimento como a sardinha ou o bacalhau, apenas é
utilizado como prato em certos países, mas é raro.

Sendo como é, podemos compará-lo a certos seres humanos. Muitos nos
parecem tímidos e ingénuos, não dizem uma palavra que nos mostre que
poderão ter força interior ou maldade, mas no fundo, se se sentirem
ameaçados, poderão deixar cair essa máscara ilusória que poderá ser
uma faceta positiva ou negativa. Se for o caso desta última, poderá,
como aconteceu aos predadores, magoar seriamente alguém. Nem sempre a
máscara cai em legítima defesa...

Este peixe pode ser associado à falsidade de certos homens, que fingem
ser o que não são, muitas vezes para seu próprio benefício,
maldosamente prejudicando outros.

No aspecto positivo, pode ser associado àqueles que receiam que a sua
personalidade seja descoberta, pelo que "se enfiam na concha",
mostrando inocência e ingenuidade e, num momento de ameaça pessoal,
mostram que afinal não são tão frágeis e que sim, se sabem defender e
têm força própria, surpreendendo os "atacantes".
publicado por António Luís Catarino às 01:12
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2005

DEINONYCHUS, por Bruno Santos

deinonychus.jpg

Características
Nome: Deinonychus
Significado: Garra terrível
Dimensões: 3 m de comprimento e 2 m de altura
Alimentação: Carnívoro
Viveu: Há 120-110 milhões de anos, no principio do Cretácico

Garras e dentes

O Deinonychus era um dinossauro rápido e feroz. Atacava as presas desferindo golpes com as garras longas e curvas das patas de trás. Possuía dentes afiados como navalhas e utilizava-os para arrancar pedaços de carne às presas.

A morte em grupo

Os Deinonychus caçavam em grupos, como os cães selvagens que perseguem hoje em dia as suas presas pelas savanas africanas.
Provavelmente caçavam os Tenontosaurus e outros grandes herbívoros.
Os Deinonychus ficavam atentos aos jovens que se aproximavam da sua posição. Então atacavam.

Uma cauda especial

O Deinonychus tinha uma cauda que mantinha rígida. Quando a esticava paralela ao chão, servia-lhe para manter o equilíbrio ao lançar-se na corrida pela planície.

Uma vista excelente

Ao estudar o crânio do Deinonychus, os especialistas observaram que possuía amplas órbitas oculares. Isto levou-os a pensar que o animal tinha uma grande acuidade visual (como as águias actuais), ideal para localizar as presas a considerável distância.
publicado por António Luís Catarino às 22:03
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O PEIXE ARANHA, por Teresa Mota

peixeara.jpg

Nome: Weeverfish
Família: Trachinidae
Trachinus draco (Linnaeus, 1758) (peixe-aranha maior)
Echiichthys vipera (Cuvier, 1829) (peixe-aranha menor)
Tamanho máximo registado:
PEIXE- ARANHA MAIOR - 55 CM 1KG 890 GRS
PEIXE- ARANHA MENOR - 15 CM

Peixe muito vulgar e até frequente na costa portuguesa e também nos
Açores, muito conhecido e temido pelos banhistas, pelo facto de ser
venenoso. Aparece nas praias, por vezes enterrado na areia a poucos
centímetros de profundidade, normalmente na vazante.

Peixe solitário, permanece imóvel no fundo onde, quando se sente
ameaçado ou pisado, ergue a primeira barbatana dorsal, na qual os três
primeiros raios (de cor negra ou castanha escura) são venenosos, que
se cravam no banhista, perfurando a pele e injectando o veneno (por
vezes os espinhos partem-se e ficam cravados no corpo do azarado).
Estas picadas provocam dores terríveis e intensas, sendo sempre
aconselhável a procura imediata de ajuda médica. Os sintomas gerais
são habitualmente moderados, mas nos casos graves pode ocorrer
lipotímia, vertigens, náuseas, hipertermia, vómitos, cefaleias,
ansiedade, diarreia, sudação, fasciculação dos músculos da extremidade
do membro afectado, cãibras generalizadas, dôr inguinal ou axial,
convulsões e dificuldade respiratória; ocasionalmente pode haver morte
devido a paralisia respiratória. Nas mulheres grávidas pode induzir o
aborto. As pessoas reagem ao veneno de acordo com a sua sensibilidade
ao mesmo - nos casos de alergia a este a situação pode revelar-se
extremamente perigosa.

Sempre que ocorra uma picada, o tratamento imediato consiste no
aumento da temperatura no local da picada, quer por imersão do membro
afectado em água à temperatura máxima suportável, durante 30 a 90
minutos, quer recorrendo a meios de improviso, como a aproximação de
um cigarro aceso, à menor distância que se puder suportar; este
tratamento baseia-se na termolabilidade (decomposição por acção do
calor) do veneno e só tem interesse se aplicado na ½ hora seguinte à
picada. Quando já passou algum tempo entre a picada e o tratamento, é
necessário recorrer ao uso de analgésicos sistémicos, salicilatos ou
opiáceos (geralmente meperidina), consoante a intensidade da dôr. Se a
dôr persistir, pode infiltrar-se a zona afectada com lidocaína ou
procaína. Na picada por peixe-aranha não há interesse na abertura da
ferida, a não ser que nela fique um resto de espículo, o que é muito
raro; assim, o tratamento da ferida limitar-se-á à lavagem e,
eventualmente, à irrigação da área e à aplicação de um desinfectante.

Deve ter-se em atenção que também existe um espinho venenoso em cada
opérculo branquial, o que pode provocar picadas nos pescadores mais
descuidados, sempre que procuram desferrar o peixe. O peixe aranha
permanece vivo várias horas depois de retirado da água e a sua picada
permanece venenosa mesmo muito tempo depois de morto.

Espécie carnívora, ataca peixes e invertebrados que passem ao seu
alcance, pois a sua imobilidade e cor, que o confunde com o fundo,
tornam-no quase invisível para as presas. É frequente a sua captura
com qualquer isco, sempre que se pesca em fundos de areia. É utilizado
na culinária, nomeadamente nas caldeiradas e fritadas.
publicado por António Luís Catarino às 21:57
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ESPÉCIES EM VIAS E EM PERIGO DE EXTINÇÃO, por Sara Teixeira

zoologia.jpg

Pouco se sabe sobre o processo de vias de extinção das espécies que, também se pode considerar como um passo de evolução, visto que, a eliminação das espécies antigas deixa lugar a novas espécies. É provável que os predadores e as mudanças ambientais tenham desempenhado um papel importante na extinção de populações antigas. A adaptação é um dos factores mais importantes na extinção de espécies. É este factor que dirige a evolução pois, ao longo do tempo, uma espécie fica tão habituada a um certo ambiente que não possui condições para viver num diferente. Também os humanos determinam a extinção de espécies através da predação e da má organização do ambiente natural.
Muitas das espécies que hoje existem têm vindo a extinguir-se ao longo dos tempos geológicos. Estas espécies extinguem-se por processo naturais e são substituídas por outras mais bem adaptadas a um certo ambiente ou até melhores que as anteriores.
Na altura do aparecimento do humano, este aprendeu a matar organismos como fonte de alimento, de comércio, de desporto,... alterando assim os meios naturais. Graças a isto, muitas espécies vêm desaparecendo e o nível de extinção tem-se elevado cada vez mais. Quando, na actualidade, um meio natural é destruído ou degradado, o nível de extinção vai-se elevando. Segundo biológicos, esta taxa de extinção será ainda maior nos próximos séculos podendo até exceder-se à grande extinção de dinossauros.
Quando estes biólogos falam em perdas elevadas de espécies referem-se especialmente a mamíferos pois, actualmente, uma grande parte da percentagem de animais existentes pertencem a animais invertebrados e insectos.
Também ao biólogos têm números para espécies vegetais. Cerca de 25000 espécies estão em vias de extinção. Como vários animais precisam destas plantas para sobreviverem, muitos deles também se vão extinguir devido a estas carências de vários tipos.

Muito importante: uma espécie extinta não torna a aparecer.

Uma espécie pode-se considerar em perigo de extinção quando o número de efectivos da espécie é insuficiente para compensar, através da reprodução, o número de indivíduos que morreram. Esta extinção pode-se dar devido à falta e incapacidade de adaptação a um certo ambiente.
A extinção pode ser um fenómeno natural resultante da pressão introduzida pela permanente competição entre indivíduos da mesma espécie ou de diferentes, por recursos ou espaço, resultando numa selecção das espécies mais adaptadas ao meio. Este tipo de extinção deu-se principalmente em dois momentos da história: entre o Paleozóico e o Mesozóico; e entre o Mesozóico e o Cenozóico. Apesar desta ser um grande factor para a extinção de espécies, o principal causados deste problema continua a ser o homem.
As principais causas destas extinções são: a poluição, a destruição, a contaminação dos ecossistemas, que leva à destruição de habitats e recursos alimentares e a caça, muitas vezes exaustiva, de espécies para a obtenção de lucros. As principais consequências da extinção são: a perca de biodiversidade, a reprodução do fundo genético global do planeta, a diminuição do número de recursos naturais existentes e de alimento, o aumento da incapacidade de auto-regulação dos ecossistemas e a aceleração da extinção de outras espécies.
Algumas das formas de evitar a extinção é: a criação de reservas naturais e a procriação em cativeiro, seguida da sua libertação em áreas protegidas.
publicado por António Luís Catarino às 21:46
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PARIS JE T'AIME, por André Daniel.

paris.jpg

A Torre Eiffel foi construída por Gustave Eiffel (1832-1923) para a Exibição Universal de 1889, em Paris, realizada na data do centenário da Revolução Francesa. Uma estrutura revolucionária para a época. Ainda hoje, é um dos principais símbolos de Paris e da França. A Torre levou dois anos para ser concluída e foi inaugurada pelo Príncipe de Gales que, posteriormente, tornou-se o Rei Eduardo VII do Reino Unido.
A Torre tem 300 metros de altura. Somando-se a extensão da antena, a altura total da Torre é de 320,75 metros. Seu peso total é de sete mil toneladas, incluindo 40 toneladas de tinta. Possui 15 mil peças de aço e 1652 degraus até o topo. Felizmente, um sistema de elevadores também foi instalado.

O Arco do Triunfo foi construído por Napoleão Bonaparte em 1836. O monumento é uma homenagem ao Exército Francês e ao próprio Napoleão. Em 1921, foi inaugurada lá a tumba ao soldado desconhecido morto na Primeira Guerra, para lembrar os 1,5 milhões de soldados mortos no conflito. Desde 1923, todos os dias às 18h30, mesmo durante a Segunda Guerra, a Chama da Lembrança é reacesa. Mais de 800 associações de veteranos cuidam dessas cerimónias.
Com 49 metros de altura, o Arco do Triunfo é o segundo maior arco do mundo, só perdendo - e por pouco - para um na Coreia do Norte. Do Arco, saem 12 avenidas. Um museu anexo conta a história do monumento.

Em Montmartre existe um famoso cemitério onde estão enterrados entre outros: Degas, Stendhal, Berlioz, Offenbach (compositor do cancan), Nijinsky e François Truffaut.
Montmartre fica numa elevação de 83 metros que os franceses chamam de "Butte". Para chegar lá sobe-se por ladeiras ou pelo "Funiculare", que funciona diariamente de 6h45 às 23h. e a passagem pode ser paga com o ticket do metro. O acesso é pelo mercado Saint-Pierre depois, as escadarias da Basílica Sacré Coeur construída no século XIX em estilo bizantino e concluída em 1914.

Em 1163 foi o início das obras da Catedral Gótica - Nôtre-Dame. Pelo bispo Maurice de Sully. Existem 387 degraus que levam à torre. A célebre Catedral, uma obra prima da arquitetura gótica, localizada em Paris, data do século XII. Sua pedra fundamental foi lançada em 1163 pelo Papa Alexandre II. O histórico templo, erguido no tempo do rei Luís VII, exigiu cerca de 77 anos de trabalho para a sua construção. Possui 130 metros de comprimento por 48 de largura, e cerca de 40 metros, em sua fachada, dividido em quatro andares, apresentando arcos e linhas de grande valor arquitectónico. Notre Dame é uma das catedrais mais ricas do globo, erguem-se ao lado, torres que dão um aspecto diferente. Quase todas as suas esculturas remontam ao século XIII. As imagens dos 12 apóstolos e a de Cristo são notáveis. E a combinação das cores dos vitrais magnífica. Existem cerca de 37 capelas e naves de rara beleza.
publicado por António Luís Catarino às 21:38
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ARSENAL F.C., por André Daniel

arsenal_crest.gif

A Equipa Perfeita
A equipa actual do Arsenal tem excelentes jogadores, mas a ainda não está perfeita. Então eu decidi dar-lhes uma ajuda e criar eu próprio a Equipa Perfeita.
Eis a equipa perfeita:
• Venderia o Lauren e compraria o J.Zaneti
• Venderia também o Patrick Vieira e compraria o
Makelélé(Chelsea)
• Poria o Gilberto a supelente e compraria o Deco(Barcelona)
• Se o Robert Pires estivesse lesionado compraria o
Harry Kewell(Liverpool)
• Compraria o Ronaldinho(Barcelona)
• Poria o Bergkamp e o Reyes nos suplentes e compraria o
Ruud Van Nistelroy(Manchester Unit.)

Equipa actual do Arsenal
G.R.- Lehman
D.E.- Ashley Cole
D.C.- Sol Campbell
D.C.- Cygan
D.D.- Lauren
M.Defens.- Patrick Vieira
M.E.- Robert Pires
M.D.- Gilberto
E.E.- Reyes
P.L.- Thierry Henry
E.D.- Bergkamp

Equipa Perfeita
G.R.- Casillas
D.E.- Roberto Carlos
D.C.- Sol Campbell
D.C.- J.Terry
D.D.- J.Zanetti
M.Defens.- Makelélé
M.E.- Harry Kewell
M.D.- Deco
M.Ofens.- Ronaldinho
E.E.- Thierry Henry
E.D.- Ruud Van Nistelrooy
publicado por António Luís Catarino às 21:28
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O TABACO, por Ana Beatriz Frutuoso

tabaco[1].jpg

O tabaco tem convivido connosco ao longo dos tempos, pois cada vez mais pessoas o fumam. O tabaco pode provocar muitas doenças como cancro ou infecções e aumentar o risco e perdas ambientais.

Este é da família das solanáceas e é uma planta com dois metros de altura e 70 cm de folha.

Cada cigarro contém 4000 substâncias tóxicas sendo constituído por nicotina (que provoca a dependência de fumar) e derivados, Monóxido de Carbono, alcatrão (composto por substâncias irritantes), nitratos, fertilizantes, insecticidas e mentol.

Os seus representantes são o cigarro, o charuto, o cachimbo, a cigarrilha, o rapé (tabaco em pó) e o cigarro de palha.

Os efeitos no organismo provocados pelo tabaco afectam:
- O Sistema Nervoso Central;
- O Aparelho Cardiovascular;
- O Aparelho Respiratório;
- A Gravidez;
- A Lactação;
- O risco de fumante passivo;

O efizema pulmonar é uma das principais causas de morte devido ao tabaco.

Na grávida, o tabaco provoca:
- Aborto espontâneo;
- Diminuição do crescimento fetal;
- Vasocontricção;
- Aumento da frequência cardíaca;
- Má formação congénita.

Aqueles fumadores que convivem com o seu vício há muito tempo ficam com as unhas amarelas, têm tosse seca, os seus olhos irritam-se, cheiram mal, possuem mau hálito e a voz engrossa.

Há pouco tempo saiu uma lei que proíbe o tabaco dentro de discotecas e bares.
Os motivos que podem levar alguém a fumar são:
- Imitação e modelos;
- Pressão do grupo;
- Símbolo de prestígio social;
- Querer ser “igual” a toda a gente.

Agora existem muitos tratamentos e associações para ajudar os fumadores a abandonarem o tabaco. Esses tratamentos são para todas as idades e o mais importante consiste na força de vontade do fumador em largar o tabaco; ajudam na maturação, avaliam as dependências, põem em prática a ajuda da desabituação do tabaco e acompanham a curto e a longo prazo os pacientes.
publicado por António Luís Catarino às 15:57
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2005

RECOMENDAÇÃO FIM-DE-SEMANA - 75ª FEIRA DO LIVRO DO PORTO

feiralivroporto.jpg

Caros amigos: não podia deixar de ser. Fins-de-semana com cinema, desporto, música, museus, dança e exposições haverá muitos. Feiras do Livro, aqui no Porto, só há uma por ano e calha a abertura logo neste dia. De hoje, 25 de Maio, até 12 de Junho, teremos livros a preços convidativos e que já é difícil encontrar nas livrarias. Portanto, só temos mesmo é de ir até lá, no Palácio de Cristal!
publicado por António Luís Catarino às 14:21
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Domingo, 22 de Maio de 2005

PROTEGER OS ANIMAIS, por Vânia Martins

animais merecem.jpg

Viver com os Animais.

Para se escolher um animal tem de saber-se se terá condições e ter, ao mesmo tempo, a responsabilidade de ter um ser vivo nas mãos. Ter um animal, seja ele de qualquer espécie, obriga a muito: dar comida, limpar, acompanhar na saúde, higiene, e mesmo registá-lo como manda a lei. Sim, leis, porque para ter um cão têm que dar nome ao animal e registá-lo no veterinário, por qualquer pessoa maior que dezasseis anos. Isto obriga também a uma responsabilização do dono.

É muito bonito ter um cão pequeno e não ter ideia que vai crescer, que vai gastar muito e muito dinheiro em comida, em champô, medicamentos, vacinas… Sim, vacinas, porque isso é fundamental e um cão sem vacinas que não esteja registado em nome de alguém, pela lei pode ser abatido porque é considerado um cão vadio.

Sabem que é proibido vender cães nas feiras e também aqueles que são considerados raças em vias de extinção pois poderemos não ter controlo sobre isso. Comprar outros cães de raças com outros «habitats» pode ser também um problema – podem pegar doenças e vírus que não são conhecidos aqui. Exemplo disso é, nos pássaros, a doença da faca que, como o nome indica, pode ser mortal. Nos cães temos a esgana, tumores, otites, entrites, cegueira, febre da carraça e alergias várias.

Sobre o Abandono de Animais.

Perguntei a algumas pessoas, na rua, o que pensavam sobre o abandono de animais:
«Acho uma estupidez e de uma ignorância. Uma pessoa abandonar animais… principalmente os cães. Muita gente pergunta o porquê de abandonarem os animais…»

Porque achas que as pessoas abandonam os cães?
1-Porque não têm condições para os ter.
2- Acho que não têm noção do tamanho deles quando os compram.
3- Porque não têm dinheiro.
4- Porque não têm espaço para os ter dentro de casa.

Porque achas que há mais cães abandonados no verão?
(aqui as respostas foram todas iguais)
Resp. – Porque querem ir para fora e não podem esperar e não têm com quem deixar os animais e depois abandonam-nos.

O cão tem de ser tratado porque, como diz o ditado, «o cão é o melhor amigo do homem». O que os cães não gostam é de serem rejeitados, porque quando estamos tristes são os primeiros a aproximarem-se e, mesmo sem paciência, eles ficam ao pé de nós, a pedir festas. Eles são mesmo fofos!
publicado por António Luís Catarino às 18:47
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