Quarta-feira, 27 de Abril de 2005

O PLANETA VÉNUS, por Bruno Santos.

Venusnoaa060804c.jpg
A noite ,quando aparece no céu ,o planeta Vénus é um dos astros mais reluzentes, só não é mais brilhante que a Lua. Popularmente ele é conhecido como Estrela Dalva ou Estrela do Pastor. Com telescópios e mesmo binóculos nós podemos observá-lo no período de claridade e desde que ele não esteja visualmente próximo do Sol.

Durante muito tempo pensou-se que Vénus era o planeta gémeo da Terra, mas hoje sabemos que são parecidos apenas no tamanho e na quantidade de massa. Nas condições ambientais para a existência de vida ele é completamente diferente.

A atmosfera de Vénus é 92 vezes mais densa que a terrestre, por essa razão a pressão em sua superfície é equivalente a mergulhar 920 metros de profundidade no mar. Além disso, a atmosfera é composta principalmente de gás carbônico o que provoca um efeito estufa enorme fazendo de Vénus o planeta mais quente do sistema solar, com 460ºC no equador do planeta.

O ano de Vénus é menor que seu dia. O ano dele dura 224 dias terrestres enquanto o dia dura 243 dias terrestres e a rotação de Vénus é no sentido contrário ao dos outros planetas.
publicado por António Luís Catarino às 22:50
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A EUROPA DOS 25, por Daniel Catalão

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Países da União Europeia:
Alemanha (Berlim) – 1951-CECA/ 1957 – CEE – CEEA
Áustria (Viena) – 1995
Bélgica (Bruxelas) – 1951 – CECA /1957 – CEE – CEEA
Chipre (Nicósia) – 2004
Dinamarca (Copenhaga) – 1973
Eslováquia (Bratislava) -2004
Eslovénia (Lubliana) – 2004
Espanha (Madrid) – 1986
Estónia (Talin) – 2004
Finlândia (Helsínquia) – 1995
França (Paris) -1951 – CECA / 1957 – CEE – CEEA
Grécia (Atenas) – 1981
Holanda (Amesterdão) – 1951 – CECA / 1957 – CEE – CEEA
Hungria (Budapeste) – 2004
Itália (Roma) – 1951 – CECA / 1957 – CEE – CEEA
Irlanda (Dublin) – 1973
Letónia (Riga) – 2004
Lituânia (Vilnius) – 2004
Luxemburgo – 1951 – CECA / 1957 – CEE – CEEA
Malta (La Valeta) – 2004
Polónia (Varsóvia) – 2004
Portugal (Lisboa) – 1986
Reino Unido (Londres) – 1973
República Checa (Praga) – 2004
Suécia (Estocolmo) – 1995

A União Monetária e Económica e o Euro

Desde 1 de Janeiro de 2002, mais de 300 milhões de cidadãos europeus utilizam o euro no dia a dia. Entre a assinatura do tratado de Maastricht em Fevereiro de 1992, consagrou o princípio de uma moeda única europeia, até à entrada em circulação das moedas e notas de euro em 12 países da União passaram apenas 10 anos. Foi um caminho curto para levar a cabo uma operação única na história mundial.

A introdução do euro fez a Europa avançar consideravelmente rumo à união económica. Deu também aos cidadãos da união europeia um sentimento mais vivo de partilharem uma identidade comum europeia. Com os euros no bolso, as pessoas podem viajar e fazer compras em quase toda a União sem precisarem de ir ao banco para trocar dinheiro. Sabes como nasceu a ideia de uma moeda única europeia? Foi em 1970, o relatório de Werner – do nome do então Primeiro – Ministro luxemburguês – propunha uma convergência entre as economias e as moeda dos seis países da CEE.

Datas de alguns acontecimentos importantes
7 De Fevereiro de 1992: assinatura do tratado de Maastricht
Janeiro de 1994: criação do Instituto Monetário Europeu
Junho de 1997: o Pacto de Estabilidade e Crescimento
Maio de 1998: onze países qualificam – se para o euro
1 De Janeiro de 1999: nascimento do euro
1 De Janeiro de 2002: introdução das notas e moedas de euro
publicado por António Luís Catarino às 22:41
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O GOLFINHO, de Maria João Gonçalves

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Os Golfinhos são mamíferos e não peixes. São animais de sangue quente como o homem, respiram por pulmões e dão à luz crias que amamentam por meio de glândulas mamárias. Pensa-se que o acasalamento é sazonal e é realizado de barriga para barriga como as baleias e muitas fêmeas não reproduzem todos os anos. Por vezes, existe uma fêmea a ajudar no processo. O pai do golfinho bébé não participa na vida activa e tratamento do seu filho, porém em algumas espécies, há fêmeas cuja função é a de ama-seca. Sendo os golfinhos animais que vivem só no meio aquático, tem um processo reprodutor bastante original. Embora o ritual de corte dure várias horas, a cópula é um processo rápido. A gestação na maioria das espécies dura 10 a 12 meses, nascendo apenas uma cria. O período de amamentação tem uma duração média de 7 meses
O seu habitat natural é por excelência os oceanos. Os oceanos são, geologicamente, o espaço menos explorado e consequentemente menos conhecido do globo terrestre. São caracterizados por serem a reserva de vida mais importante do globo, que oferecem condições excessivas de vida, como por exemplo as grandes profundidades, altas pressões e falta absoluta de luz.
Existem 37 espécies conhecidas de golfinhos entre os de água salgada e doce. O seu tempo de vida dura em torno de 40 anos.
A designação "Golfinho" é geralmente aplicada às espécies com um focinho alongado e em forma de bico, com um corpo elegante.
(...)
Mas são os golfinhos super-inteligentes?
Apesar dos cérebros dos golfinhos variarem de tamanho de espécie para espécie, são relativamente grandes. Contudo o tamanho do cérebro em nada esmorecera a natureza da inteligência. Alguns cientistas sugerem que o fato do cérebro ser tão grande é necessário para o "sonar" e o processamento do som destes mamíferos. Outros afirmam que o nível de inteligência dos golfinhos encontra-se entre o de um cão e o de um chimpanzé. E a resposta certa é... não sabemos.
Assim como a inteligência humana se adapta as nossas necessidades, a inteligência dos golfinhos adapta-se às suas necessidades.
Conhecem-se também casos de golfinhos que tem salvo vítimas de afogamento. Contudo existem vários documentos de casos de golfinhos que puxam as pessoas para fora da zona de segurança e que os mantêm debaixo de água.
Apesar de casos raros de ataque de golfinhos aos seres humanos eles são animais fortes e independentes e devem ser sempre respeitados.
publicado por António Luís Catarino às 15:31
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Terça-feira, 26 de Abril de 2005

O SELO POSTAL, de Filipe Vales

pennyblack.jpg
No século XIX, os correios só eram utilizados por gentes ricas, devido ao elevado valor pago pelos utentes deste serviço. Na altura, as cartas eram depositadas em marcos ou postos de correios e pagas ao carteiro pelo destinatário, segundo um complicado sistema de taxas que dependiam do peso do envelope e da distância percorrida.

Foi neste cenário que, em 1795, na cidade de Kidderminster, em Inglaterra, nasce Rowland Hill, homem pacato, filho de um professor primário. Após a conclusão do seu ensino, deslocou-se para Londres, onde conseguiu um lugar modesto no Serviço dos Negócios Estrangeiros. Nos seus tempos livres, dedicava-se à análise cuidada do complicado sistema de correios da altura. Posteriormente, apresentou uma proposta muito arrojada para a época: propôs a modernização e uniformização do sistema postal, permitindo a redução dos custos e, consequentemente, o aumento da clientela que ajudaria à manutenção desses preços baixos.

Antes de a apresentar em público, Rowland aprofundou mais a sua ideia, dando-lhe contornos mais claros. Assim, ao denotar que o custo de entrega dependia do seu manuseamento e não da distância, considerou que a entrega de envelopes deveria ter o mesmo preço em toda a Grã-Bretanha, penalizando apenas as encomendas de peso elevado. Isso, argumentava ele com números precisos, não afectaria nada os custos dos Correios. Assim, e após rejeições constantes por parte da direcção dos correios, em 1837, Rowland edita um panfleto que veio a tornar-se célebre onde, publicamente, defendia as suas ideias inovadoras. Porém, os mais cépticos, não poupavam as críticas. Afirmavam que as caixas de correio que seriam instaladas nas casas para a recepção dos sobrescritos seriam vandalizadas, que era injusto pagar o mesmo por uma carta que atravessaria Londres que outra que iria até Edimburgo e ainda alegavam que o sistema seria propenso a fraudes e que teria de envolver um complexo sistema de controlo e que cada envelope teria de ser carimbado com um carimbo especial, que só os Correios poderiam ter, o que obrigaria os utentes a deslocarem-se aos postos de correio para acederem a esse carimbo.

A todos estes problemas, Rowland apresentou argumentos claros em sentido contrário, que os removeram completamente, excepto o último, para o qual teve a ideia mais brilhante da sua vida: pensou, então, que talvez esse último problema pudesse ser obviado com o uso de um pequeno pedacinho de papel de tamanho suficiente para conter uma estampilha e coberto, no verso, com uma cola que, humedecendo-a, colasse o papelinho à carta, sendo então depositado nos marcos já existentes. Estava inventado o selo postal!

Ao primeiro selo, chamou-se, na Inglaterra, de «pennyblack», pela sua tez escura e por custar apenas um penny.
Assim, a 10 de Janeiro de 1840, foi posto à venda o primeiro selo. O sucesso foi retumbante, visto que numa década, o tráfego postal multiplicou-se por cinco e as receitas dos Correios aumentaram, levando a que este processo viesse a ser seguido em todo o mundo.

Também em Portugal começaram a surgir pessoas que se interessavam por este sistema e o pretendiam ver aplicado aqui. Nesse sentido, em 1852, uma comissão presidida por Pinto de Magalhães propôs ao Governo do Duque de Saldanha a adopção do sistema inglês. Nesse mesmo ano, saiu o decreto de D. Maria II com a permissão e foram compradas as máquinas em Inglaterra. Em 1 de Julho de 1853 é lançada a primeira tira de selos de 5, 25, 50 e 100 réis com a efígie da rainha.
publicado por António Luís Catarino às 19:24
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Regras e Direitos na Escola, de Rodrigo Almeida


Numa escola todos os alunos e professores têm direitos e deveres que devem ser cumpridos e respeitados por todos.
Os principais deveres dos alunos são:
Ser pontual e assíduo,
Respeitar os Professores, os colegas e os Funcionários,
Manter a sala e o recinto escolar sempre limpo,
Pedir autorização para se levantar do lugar,
Não mastigar «chicletes», nem usar bonés nas aulas,
Comportar-se educadamente durante os intervalos.
Como direitos dos alunos, temos:
Ser respeitado pelos colegas, professores e funcionários,
Dar a sua opinião e críticas de forma construtiva,
Ouvir e ser ouvido,
Não ser humilhado por colegas e professores.
Os professores também têm os seus deveres tais como: respeitar os alunos, esclarecer dúvidas, aceitar a opinião dos alunos, ser pontual, assíduo, tolerante e justo. Os professores comprometem-se a expor a matéria com a turma atenta, ser ouvido, respeitado e repreender sempre que o aluno não cumpra as regras.
publicado por António Luís Catarino às 19:18
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2005

Dia 25 de Abril - Uma comemoração especial...

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O vosso professor entendeu por bem dar-vos uma fotografia do 25 de Abril para analisar com cuidado. Nessa altura, ele (o próprio Prof.) andava muito ocupado na restauração das liberdades para pensar no que o futuro lhe reservava. Também não era para mais - estava exactamente no que corresponde hoje ao 10º Ano! Para a História fica a maneira de vestir. Reparem nas calças «à boca de sino», nos sapatos de tacão alto, nas camisolas curtas e nos cabelos... Por que é que eu tenho a sensação de que hoje a moda é igual?
publicado por António Luís Catarino às 19:01
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PANDA GIGANTE - O quase extinto grande urso da China, de Beatriz Frutuoso.

Panda1.jpg
Panda gigante,
Quem é o Panda?
O Panda foi descoberto no dia 11 de Março de 1869 pelo padre Armand David. Este era missionário e naquela data viu, pela primeira vez, a pele deste urso. O panda é um mamífero em vias de extinção, oriundo da Ásia. As causas são a devastação do seu habitat e a caça voraz. O seu nome científico, depois de simplificado, significa urso branco e preto. Livros chineses, escritos há mais de três mil anos atrás, falam do Panda. Muitos chineses acreditam que este animal é dotado de poderes míticos capazes de dar fim a desastres naturais e a espíritos malignos. Quando ouvimos falar do Panda, a primeira palavra de que nos lembramos é bambu, o que está correcto pois esse é o seu principal alimento, apesar de que o Panda seja muito mais do que isso. Este urso, juntamente com mais quatro espécies, não hiberna. O seu aspecto de “ursinho”, a sua pelagem preta e branca e a sua raridade fazem com que este seja um dos animais mais populares em todo o mundo. Agora sabe-se que não existem mais de 1000 Pandas. O seu habitat tem sido destruído ao longo dos anos e existem vários programas para proteger e tentar salvar este animal do seu desaparecimento total.

Características:
Ordem: Carnívoros
Família: Ursídeos
Género: Ailuropoda
Espécie: Ailuropoda Melanoleuca
Outras características:
Comprimento: 160 – 190 cm
Espáduas: 65 – 70 cm
Peso: Macho – varia entre 85 e 125 kg, podendo chegar aos 160 kg
Fêmea – pode variar entre 70 e 100 kg
Número de crias: 1, ocasionalmente duas ou três
-A cabeça é grande em relação ao corpo, o corpo é enorme, possui uma pequena cauda, orelhas redondas e pés plantígrados (desloca-se com a planta das patas).
- Pensa-se que a sua pelagem serve para se esconder dos habituais predadores: os tigres e os leopardos.
- O Panda utiliza as suas glândulas odoríferas para marcar o território.

O Panda no mundo
Podemos deparar-nos (muito raramente) com este raro animal nas montanhas das províncias de Sichun (neste local existe um grande parque de atracções com o tema do Panda), Gansu e Shanxi, no Sudoeste chinês. Fora disso só se encontra em cativeiro, nos jardins zoológicos e em reservas naturais. As densas e húmidas florestas de bambu em altitudes de 1500 até 4000 metros, são mistas e de folha larga, localizando-se ao longo do altiplano do Tibete.

É hora de encher a barriguinha!!!
Como já referi, o Panda come bambu. Esse é o seu principal alimento (99%) e, o que muita gente não sabe, é que esta planta apresenta uma fonte nutricional muito pobre, o que faz com que o Panda ocupe até 16 horas diárias a alimentar-se entre os 12 e os 15kg (se existirem rebentos novos, o Panda pode ingerir até 38kg) de bambu. As partes de que ele se alimenta são os ramos, o caule, brotos e as folhas. O Panda alimenta-se sobretudo no solo, mas por vezes, apesar das suas dimensões, trepa agilmente para as árvores, com o fim de apanhar os pedaços mais saborosos. Além do bambu, o Panda pode, ocasionalmente, comer ratos de bambu, peixe, insectos, pássaros ou mesmo cobras. De 50 em 50 anos ocorre um mistério ainda por desvendar: uma enorme quantidade de bambu desaparece, levando mitos Pandas à morte.
Longevidade; Procriação; Macho; Fêmea; Cria
Maturidade Sexual: 4.5- 7.5 anos Época de acasalamento: Março a Maio
Período de gestação: 112-163 dias
Intervalo de Procriação: 2 anos
Longevidade: 34 anos em cativeiro, 10-15 anos em liberdade

Os machos ocupam uma maior área de habitat em relação às fêmeas. Estas copulam de uma forma similar à família dos canídeos e ficam ansiosas para acasalar mas por pouco tempo, entre 2 a 7 dias. O macho faz de tudo para anunciar a sua presença para receber as fêmeas. As crias são extremamente vulneráveis quando a mãe se alimenta, ficando sujeitas a muitos perigos e a muitos predadores. As crias ficam com as mães durante um ano. A sua sobrevivência depende muito da mãe e da forma como esta a cria. Os filhotes só aos três meses começam a deslocar-se.

Espécie Próxima
O parente mais próximo do Panda Gigante é o Panda Vermelho (Ailurus fulgens). Trata-se de um mamífero de menor estatura, mais sociável, tipo guaxinim, que habita no Sudoeste da Ásia e que também se alimenta de rebentos de bambu.

A minha conclusão
Com este artigo pude conhecer melhor este mamífero.
O panda, como todos sabem, está em vias de extinção. Este reproduz-se muito lentamente, não ajudando na sua recuperação de vias de extinção. Comecei a perceber que nada mais se pode fazer para ajudar este raro animal. Se o criarmos em cativeiro, nunca sobreviveria se fosse colocado no seu habitat, no estado selvagem morreria em pouco tempo. Neste momento fazem-se os possíveis para manter vivos os Pandas existentes, mas já todos se preparam para a extinção “pandal”.
publicado por António Luís Catarino às 18:41
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Recomendação da Semana - Leitura de «O Perigo Vegetal»

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Uma aventura de ficção científica de dois irmãos que implicam, permanentemente, um com o outro. O autor é Ramón Caride, professor de Biologia aqui na vizinha Galiza, e o ilustrador é Miguelanxo Prado um nome já feito na Banda Desenhada europeia. Um livro a ler e a debater.
publicado por António Luís Catarino às 18:21
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2005

RACISM, by Joana Ferreira Nogueira

Racism.jpg
Racism is an instrument in the generation of conflict, the fomenting of exclusivist nationalism, and a motor for the disintegration of states and slaughter among neighbours.
Governments, political movements, and violent armed groups continue to use racial discrimination as a tool for the political mobilization, oppression, and even extermination of others.
Whole populations may be denied the full prerogatives of nationality in their own countries – or stripped of their citizenship by political fiat – because of their race or descent. Racism can also intersect with gender discrimination, to diminish or negate women’s exercise of their human rights.

As economic globalization, regional economic crises, and political upheaval have stimulated movement across national borders, migrants and refugees in particular are assailed by new measures of discrimination on an enormous scale.
Trends in human population movements and toward an increasingly international labour force make it particularly urgent to address racism as a factor in the generation and management of migration and refugee flows and in its relation to domestic and international conflict. Woman migrants suffer particularly, in trafficking and forced prostitution, in the lack of protection in the work place, and in constraints on family life imposed by migration and the specter of statelessness.

Government policies and practices may have a pernicious discriminatory effect even where discriminatory intent is not clearly established. Such public policy and administrative practice can effectively bar members of groups defined on racial or related grounds from enjoyment of their fundamental human rights no less than do systems of overt discrimination.

The atrocities of apartheid, genocide, slavery, caste-based violence, and what has come to be known as “ethnic cleansing! are at the extreme end of the spectrum of racial discrimination. So too is the discriminatory treatment of indigenous peoples that threatens their very survival. Progress in international justice to fight impunity for these extreme forms of racism, and in international action to protect vulnerable populations gives us new tools in the campaign toward its eradication.
publicado por António Luís Catarino às 18:41
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A HISTÓRIA DOS LA LAKERS, de André, nº 28

LALakers.bmp
Os Lakers são uma formação histórica da NBA, competição que já venceram por 14 ocasiões (cinco delas com sede em Minneapolis). Estiveram doze anos sem vencer a melhor liga de basquetebol do Mundo mas voltaram à ribalta com Shaquille O´Neal e Kobe Bryant. Phil Jackson também terá a sua quota-parte no sucesso recente do Lakers, que renovaram ambições para esta temporada, depois de terem deixado o título de 2003 em San Antonio.
O gang de LA tem, agora, quatro temíveis cabecilhas. O Quarto Árbitro prossegue a sua análise às 16 formações que jogam os play-off deste ano. Senhoras e senhores… os Lakers!
Os Lakers estão de orgulho ferido desde os San Antonio Spurs os eliminaram dos play-off de 2003. Duncan e companhia puseram fim a uma série de três títulos consecutivos, que chegaram doze anos depois de Magic Johnson e das magníficas equipas que os de LA sempre tiveram. Nos anos 80, os clássicos da NBA opunham Lakers a Celtics, Magic a Larry Bird. De trás vinha Kareem Abdul-Jabbar, que passara pelos Bucks nos primeiros anos da década de 70. Por cinco vezes MVP da fase regular e por duas dos play-off, Abdul-Jabbar continua a ser o melhor marcador da história da NBA, com um total de 38 387 pontos.
Shaq e Kobe são os obreiros da ressurreição da mítica formação de LA. Seria injusto nomear um dos dois como a principal estrela da equipa, pelo que se impõe que nos centremos no percurso dos dois atletas. Shaq é um dos jogadores bem mais pagos da liga e já foi, por três ocasiões, MVP dos play-off. O poste de 32 anos foi o primeiro escolhido no draft de 1992, alinhando pelos Orlando Magic. Fez quatro épocas brilhantes em Orlando, sendo que 93-94 foi a época mais proveitosa de O´Neal no que concerne a pontos marcados (2 377). Apesar de tudo, os dólares de LA acenaram mais alto em 1996, apesar dos Lakers não estarem a passar por bons momentos.
Após três temporadas quase banais, o #34 disparou para uma época fantástica, levando os Los Angeles ao tão ansiado título. Acabou 2000 com 2 344 pontos e 1 078 ressaltos. Voltou a ser determinante nas duas épocas seguintes e, já esta temporada, foi o MVP do All-Star Game.
Kobe Bryant é o outro craque de LA. Tem 25 anos e cumpre a 8ª época ao serviço dos Lakers. Kobe tem uma história curiosa: foi 13º seleccionado no draft de 1996 e tinha tudo acertado para jogar nos Charlotte Hornets. Contudo, a equipa de LA propôs uma troca com o poste Vlade Divac, pelo que Bryant acabou por assinar pelos Lakers, a 11 de Julho de 96. Já foi MVP no All-Star Game e tem-se revelado fundamental nos êxitos que os “amarelos” têm alcançado. Foi ganhando o seu espaço na equipa e é insubstituível no esquema de Phil Jackson. Apesar de alguma instabilidade e exageros individualistas, a dedicação de Kobe é amplamente elogiada. O jersey 8 de LA tem um processo judicial em curso, por alegada violação a uma jovem de 19 anos, mas isso não tem afectado o seu rendimento. Pode ser um elemento decisivo nos play-off deste ano. Os Lakers querem acreditar nisso.
Apesar da importância de Shaq e Kobe, a equipa de LA tem vivido, igualmente, de outras individualidades. Nesse âmbito, a saída de Robert Horry fez um revés significativo, imediatamente colmatado com as aquisições de dois históricos da NBA. Falo de Gary Payton e de Karl Malone, veteranos atletas de 35 e 40 anos, respectivamente. “A luva” jogou pelos Supersonics desde 1990. Base perito no acto de assistir, Payton jogou pelos Bucks em 2002-2003, num negócio que envolveu Desmond Mason e que levou para Seattle Ray Allen, Kevin Ollie e Ronald Murray. Um craque este #20 de LA. Tal como “o carteiro”, alcunha do extremo que assinou pelos Utah Jazz em 1985. Duas vezes MVP da fase regular, Malone já cheirou o título da NBA por duas ocasiões, ambas ganhas por Jordan e pelos Bulls. O jersey 11 dos Lakers é o segundo melhor marcador de todos os tempos e persegue o recorde de Abdul-Jabbar. Já contabiliza 36 928 pontos.
O treinador Phil Jackson é outro dos trunfos de Los Angeles. Ligado ao período de ouro de Michael Jordan e dos Chicago Bulls, Jackson voltou ao trilho do sucesso em 1999, quando conduziu os Lakers ao primeiro de três títulos consecutivos. Além dos quatro já mencionados, o técnico tem ao seu dispor um vasto leque de bons jogadores. O veterano Horace Grant dispensa apresentações: já jogou com Shaq em Orlando, tem 39 anos e actua na posição de poste. Os rookies Brian Cook e Luke Walton, o leal Rick Fox, o novo craque Devean George, o ucraniano Stanislav Medvedenko e o jovem Jamal Sampson são opções para os lugares de extremo.
Derek Fisher é base, tal com Kareem Rush.
publicado por António Luís Catarino às 18:31
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